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Arquivo da categoria: Mensagens

Testemunho de Milhana Barbaric

Queridos irmãos, convido-os a ler o testemunho de uma sobrinha do Frei Slavko Barbaric, primeiro sacerdote a conviver com os videntes de Nossa Senhora de Medjugorje, falecido em 24/11/2000. 

É preciso perder o medo de conhecer o que o Céu nos concede nestes tempos. Somos atores e não meros expectadores nesta vida.

Este testemunho está no site Medjugorje Brasil, e pode ser acessado neste endereço:

http://www.medjugorjebrasil.com/?cat=testemunhos&id=1035

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Corpus Christi

 

Enquanto comiam, Jesus tomou o pão e, tendo pronunciado a bênção, partiu-o e entregou-lhes, dizendo: “Tomai, isto é o meu corpo”. Em seguida, tomou o cálice, deu graças, entregou-lhes, e todos beberam dele. Jesus lhes disse: “Isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos. (São Marcos, 14, 22-24)

Para nós, católicos, Nosso Senhor Jesus Cristo está entre nós com seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade! E esta realidade se concretiza na transubstanciação do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Jesus Cristo. No decorrer da história da humanidade, Deus se revela de modos diferentes em épocas diferentes, e tudo transcorre para o nosso bem. A Festa de Corpus Christi é uma de nossas comemorações em que Deus se manifesta em nosso meio. Como nasceu essa festa?

Vários motivos haviam conduzido a Sé Apostólica a dar esse novo impulso à piedade eucarística, estendendo a toda a Igreja uma devoção que já se praticava em certas regiões da Bélgica, Alemanha e Polônia. O primeiro deles remonta à época em que Urbano IV, então membro do clero de Liège, na Bélgica, analisou de perto o conteúdo das revelações com as quais o Senhor Se dignara favorecer uma jovem religiosa do mosteiro agostiniano de Mont Cornillon, próximo a essa cidade.

Em 1208, quando contava apenas 16 anos, Juliana fora objeto de uma singular visão: um refulgente disco branco, semelhante à lua cheia, tendo um dos seus lados obscurecido por uma mancha. Após alguns anos de intensa oração, fora-lhe revelado o significado daquela luminosa “lua incompleta”: ela simbolizava a Liturgia da Igreja, à qual faltava uma solenidade em louvor ao Santíssimo Sacramento. Santa Juliana de Mont Cornillon fora por Deus escolhida para comunicar ao mundo esse desejo celeste.

Mais de vinte anos se passaram até que a piedosa monja, dominando a repugnância proveniente de sua profunda humildade, se decidisse a cumprir sua missão, relatando a mensagem que recebera. A pedido seu, foram consultados vários teólogos, entre o quais o padre Jacques Pantaléon – futuro Bispo de Verdun e Patriarca de Jerusalém -, e este mostrou- se entusiasta das revelações de Juliana.

Transcorridas algumas décadas, e já após a morte da santa vidente, quis a Divina Providência que ele fosse elevado ao Sólio Pontifício, em 1261, tomando o nome de Urbano IV. Encontrava-se esse Papa em Orvieto, no verão de 1264, quando chegou a notícia de que, a pouca distância dali, na cidade de Bolsena, durante uma Missa na Igreja de Santa Cristina, o celebrante – que passava por provações quanto à presença real de Cristo na Eucaristia – vira transformar- se em suas próprias mãos a Sagrada Hóstia em um pedaço de carne, que derramava abundante sangue sobre os corporais.

 

A notícia do milagre espalhou-se rapidamente pela região. Informado de todos os detalhes, o Papa mandou trazer as relíquias para Orvieto, com a reverência e a solenidade devidas. E ele mesmo, acompanhado de numerosos Cardeais e Bispos, saiu ao encontro da procissão formada para conduzi-las à catedral.

Pouco depois, em 11 de agosto do mesmo ano, Urbano IV emitia a bula Transiturus de hoc mundo, pela qual determinava a solene celebração da festa de Corpus Christi em toda a Igreja. Uma afirmação contida no texto do documento deixava entrever ainda um terceiro motivo que contribuíra para a promulgação da mencionada festa no calendário litúrgico: “Ainda que renovemos todos os dias na Missa a memória da instituição desse Sacramento, estimamos todavia, conveniente que seja celebrada mais solenemente pelo menos uma vez ao ano para confundir particularmente os hereges; pois, na Quinta-Feira Santa a Igreja ocupa-se com a reconciliação dos penitentes, a consagração do santo crisma, o lava-pés e muitas outras funções que lhe impedem de voltar-se plenamente à veneração desse mistério”.

Fonte: Arautos do Evangelho (http://www.arautos.org/especial/15688/Corpus-Christi.html)

 

 
 

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Visitação de Nossa Senhora

Caríssimos, hoje a Igreja celebra a Visitação de Nossa Senhora à sua prima Izabel, já em estado adiantado de gravidez. Vejamos a leitura do Evangelho de São Lucas que narra aquele sublime acontecimento:

Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 1,39-56

– Aleluia, Aleluia, Aleluia! – És feliz porque creste, Maria, pois em ti a palavra de Deus vai cumprir-se, conforme ele disse (Lc 1, 45) – R: Aleluia, Aleluia, Aleluia!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas:

39Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia. 40Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. 41Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42Com um grande grito exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre!” 43Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? 44Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. 45Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”. 46Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, 47e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, 48porque olhou para a humildade de sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, 49porque o Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo, 50e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o temem. 51Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os soberbos de coração. 52Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. 53Encheu de bens os famintos, e despediu os ricos de mãos vazias. 54Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, 55conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”. 56Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa.

– Palavra da salvação

– Glória a Vós, Senhor.

Agora, vejamos que bela e surpreendente explicação desta passagem feita pelo Bem-aventurado Charles de Foucauld (1858-1916), eremita e missionário no Saara.

«Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se à pressa»

Maria, minha mãe, hoje é, ao mesmo tempo, uma festa vossa e uma das festas de Jesus: tal como a Purificação, que é sobretudo a Apresentação de Jesus, também a Visitação é uma das vossas festas tão doces mas é, acima de tudo, uma festa de Nosso Senhor, pois é Ele que age em vós e através de vós. A Visitação é «o amor de Cristo [que] nos urge» (2Co 5,14), é Jesus que, mal entrou em vós, teve sede de fazer outros santos e outras pessoas felizes. Pela Anunciação, Ele manifestou-Se e deu-Se a vós, santificou-vos maravilhosamente. Mas isso não Lhe bastou: no Seu amor pelos homens, quis de imediato manifestar-Se e dar-Se, através de vós, aos outros homens, quis santificar outros homens, e fez com que o transportásseis a casa de São João Baptista. […]

O que a Virgem santa vai fazer na Visitação não é uma visita à sua prima para se consolarem e se edificarem mutuamente pela narrativa das maravilhas que Deus fez nelas; menos ainda é uma visita de caridade material para a ajudar nos últimos meses da gravidez e no parto. É muito mais do que isso: ela vai santificar São João, anunciar-lhe a Boa Nova […], não através de palavras suas, mas levando-lhe o silêncio de Jesus. […]

Assim fazem as religiosas e os religiosos votados à contemplação nos países de missão. […] Ó minha Mãe, fazei com que sejamos fiéis à nossa missão, à nossa missão tão bela. Que levemos fielmente até junto dessas pobres almas, mergulhadas «na sombra da morte» (Lc 1,79), o divino Jesus.

Fonte: Arautos do Evangelho

 
 

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DIA DAS MÃES

Dia das mães, são todos os dias.

Parabéns às mamães.

 
 

DIVINA MISERICÓRDIA

“Jesus, eu confio em Vós!”

Secretária da Misericórdia Divina

O século XX foi um dos períodos mais contraditórios da história humana. De um lado, grandes avanços nos mais variados campos do saber (biologia, física, tecnologia etc.); a Igreja Católica, por sua vez, viveria uma nova primavera em diversos âmbitos (bíblico, litúrgico, pastoral etc.). Por outro lado, deparamo-nos com o crescimento do agnosticismo e a proliferação das seitas; com enormes atrocidades, de proporções quase universais; milhões e milhões foram brutalmente dizimados em dezenas de guerras, bem como em carestias, pestes e catástrofes, em parte frutos da ganância e arrogância de alguns poucos.
Ao mesmo tempo, é o século de cristãos de grande envergadura, como os Papas S. Pio X, o Beato João XXIII e o Servo de Deus João Paulo II, S. Gemma Galgani e Madre Teresa de Calcutá, os santos Padres Pio e Maximiliano Kolbe, ou como os pastorinhos de Fátima. É o século outrossim de uma das maiores místicas da história do cristianismo, Santa Faustina Kowalska. Mística pois deixou-se invadir pelo mistério do amor divino, no dia a dia de uma vida escondida e laboriosa. A partir dela nasce uma nova espiritualidade, centrada na Divina Misericórdia. Eis em breves linhas um pouco da sua vida.

Continuar lendo: http://www.misericordia.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=61&Itemid=65

 
 

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Aleluia, Jesus Ressuscitou!

Aleluia, Jesus Ressuscitou!

“Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo?

Não está aqui, ressuscitou!” (Lc 24, 5b-6)

“Queridos filhos! Também hoje vos convido a terem mais confiança em Mim e em Meu Filho. Ele venceu com Sua morte e Ressurreição e através de Mim, chama vocês
a serem parte de Sua alegria. “

“Queridos filhos, como a Rainha da Paz, Eu desejo vos dar a paz, meus filhos, a verdadeira paz que vem através do coração do meu Divino Filho. Como uma Mãe eu rezo para que a humildade, a sabedoria e a bondade possam reinar em seus corações – que a paz possa reinar – que meu Filho possa reinar. Quando meu Filho reinar em seus corações, vocês serão capazes de ajudar aos outros para chegarem a conhecê-Lo. Quando a paz celestial reinar sobre vocês, aqueles que estão procurando nos lugares errados, causando dor ao meu coração maternal, irão reconhecê-Lo. Meus filhos, grande será a minha alegria quando eu vir que vocês estão aceitando as minhas palavras e que vocês desejam me seguir. Não tenham medo, vocês não estão sozinhos. Dêem-me suas mãos e eu os conduzirei. Não se esqueçam de seus pastores. Orem para que em seus pensamentos, eles possam sempre estar com o meu Filho, que os chamou para testemunhá-Lo. Obrigada”

(Mensagem de Nossa Senhora Rainha da Paz à Mirjana Dragicevic Soldo em Medjugorje, em 02 de abril de 2012)


 
 

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SEMANA SANTA – PARTE 4/4

Queridos irmãos e irmãs, enfim, apresentamos neste post, a última parte das perguntas e respostas sobre a Semana Santa, obtidas do folder publicado pela Editora Pão e Vinho (www.paoevinho.com.br). Pela estatística de acesso à este blog, pouquíssimas pessoas acessaram este blog e menos ainda viram estes quatro posts. Isto, porém, não é motivo de desalento na busca de anunciar o Reino de Deus, muito pelo contrário, isto apenas reforça a necessidade de intensificarmos ainda mais nossas ações neste sentido.

Aos poucos irmãos e irmãos que já sabiam sobre as informações aqui apresentados ou que vieram a conhecê-las, fica aqui o apelo – não somente meu, mas, principalmente de Deus, – em buscar alternativas de anunciar a Boa Nova assumindo nossa missão de cristãos. Aliás, o que significa a palavra “cristão”? Ouvi o Pe. Joaquim, da Paróquia Santa Clara em Penápolis, explicar este termo que é “ser outro Cristo”. Não significa aqui  a presunção de sermos divinos, mas, continuarmos a missão dEle aqui na Terra, em nosso dia-a-dia, anunciando a misericórdia e o amor de Deus. Jesus resumiu toda a Lei judaica num único mandamento: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Se toda a humanidade praticasse este único mandamento, não haveria mais pecado, dor, fome, sede e tantos outros males da humanidade.

Enfim, sem mais delongas, seguem abaixo as quatro últimas perguntas e respostas e um texto final conclusivo.

Tenham todos uma verdadeira Semana Santa em seus corações e que Deus ressuscite o amor de todos nós à Este Deus maravilhoso e poderoso.

Abraços De Colores.

13. O que a Igreja celebra no sábado à noite?

No Sábado à noite – ou , conforme o costume em certas comunidades, na madrugada do Domingo da Páscoa da Ressurreição -, a Igreja celebra a alegre espera da Ressurreição do Senhor. Ela fica em vigília, isto é, atenta para a Ressurreição, e a aguarda com tanta expectativa, que aja a celebra, alegrando-se imensamente com a vitória da vida sobre a morte, do dia sobre a noite, da luz sobre as trevas. Nessa celebração, realiza-se o rito do fogo e do círio (no início da vigília), o anúncio da Ressurreição, a proclamação das leituras bíblicas (liturgia da Palavra), o rito batismal e, como complementação, a liturgia eucarística.

14. O que a Igreja celebra no Domingo da Páscoa da Ressurreição?

No Domingo da Páscoa da ressurreição a Igreja dá continuidade ao que foi celebrado na Vigília. As orações e leituras bíblicas feias nas celebrações do dia fazem memória do túmulo vazio, da surpresa e da alegria dos discípulos e discípulas ao terem as primeiras notícias de que, no poder do Pai, o Filho vencera a morte para sempre 9CF. Mt 28, 1-20). É o “domingo dos domingos”, isto é, é o domingo que dá origem e sentido a todos os outros domingos do ano litúrgico. Todo domingo, a partir do domingo da Ressurreição, é celebração, rememoração e atualização desse Domingo.

15. O que significa a “oitava” da Páscoa?

A “oitava” da Páscoa significa que a Igreja celebra, durante os dias da semana da Páscoa, como que um “oitavo” dia, dia este que dá complementação e perfeição aos sete dias da criação. É a criatura chegando ao máximo da unidade e comunhão com o Criador. Assim, a semana toda – do Domingo da Ressurreição até o Sábado seguinte (inclusive), é celebrado como se fosse um só dia, o dia da vitória da vida sobre a morte.

16. Porque a celebração da Páscoa é a maior de todas as celebrações realizadas pela Igreja?

A Páscoa da Ressurreição de Jesus é a maior de todas as festas da Igreja porque é a festa da Vida, e da Vida em plenitude. Ninguém, antes de Jesus, havia ressuscitado (Lázaro e outros haviam sido apenas revividos…) e agora, Nele, todos temos a Vida, todos ressuscitaremos no final dos tempos 9cf. 1Cor 15, 1-58).

Concluindo

“Cristo ressuscitou dentre os mortos, como primícias dos que morreram. Com efeito, se por um homem veio a morte, por um homem vem a ressurreição dos mortos. Assim como em Adão todos morreram, assim em Cristo todos reviverão” (1Cor 15, 20-22).

“A ressurreição de Cristo não constitui uma volta à vida terrestre, como foi o caso das ressurreições que Ele havia realizado antes da Páscoa: a filha de Jairo, o jovem Naim e Lázaro. Tais fatos eram acontecimentos miraculosos, mas as pessoas contempladas pelos milagres voltavam simplesmente à vida ‘ordinária’, pelo poder de Jesus. Em determinado momento, voltaram a morrer. A ressurreição de Cristo é essencialmente diferente. Em seu corpo ressuscitado, Ele passa de um estado de morte para uma outra vida, para além do tempo e do espaço. Na ressurreição, o corpo de Jesus é repleto do poder do Espírito Santo; participa da vida divina no estado de sua glória, de modo que Paulo pode chamar a Cristo de ‘o homem celeste’” (Catecismo da Igreja Católica, 646).

“Ora, se morremos com Cristo, cremos que viveremos também com ele, pois sabemos que Cristo, tendo ressurgido dos mortos, já não morre, nem a morte terá mais domínio sobre ele. Morto, ele o foi uma vez por todas, pelo pecado; porém, está vivo, continua vivo para Deus! Portanto, vós também considerai-vos mortos ao pecado, porém, vivos para Deus, em Cristo Jesus” (Rm 6, 8-11).

“Sendo Ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens. E sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente, até a morte, e morte de cruz. Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor” (Fp 2, 6-11).

 
 

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