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SEMANA SANTA – PARTE 3/4

Queridos irmãos e irmãs, segue hoje a terceira parte das 16 (dezesseis) perguntas e respostas sobre a Semana Santa, iniciada no Domingo de Ramos. Quem ainda não viu as questões anteriores, elas estão nos dias 01 e 02 de abril de 2012, e podem facilmente ser encontradas clicando nestas datas no calendário localizado à direita e acima deste blog.

9. O que a Igreja celebra na Sexta-feira da Semana Santa?

Na Sexta-feira da Semana Santa a Igreja celebra a morte de Cristo, seguido de seu sepultamento (cf. Mt 26, 30-27, 65). Nesse dia não se celebra a Missa e sim uma solene liturgia da Palavra, na qual se adora a cruz de Jesus e se reza pela Igreja e pelo mundo (“Oração universal”). A eucaristia, guardada na capela ou em local anexo à Igreja, é distribuída no final da celebração. Dia de silêncio e interiorização, a Sexta-feira Santa caracteriza-se pela reflexão sobre o amor incondicional de Deus por nós. Porque nos ama com um amor eterno, Jesus assume até as últimas consequências o anúncio da Boa Nova da Salvação, inclusive sendo condenado apesar de inocente, e morrendo na cruz, embora tenha passado entre nós fazendo apenas o bem (cf. At 10, 38)

 

10. A Sexta-feira Santa é dia de jejum?

Sim. A Sexta-feira Santa – bem como a Quarta-feira de Cinzas – é dia de jejum e abstinência de carne. A renúncia ao alimento é um sinal de que esvaziamos o nosso coração, inclusive do pecado, para prepará-lo para acolher a Jesus Ressuscitado. Estão dispensados os enfermos, as crianças e os idosos. É interessante, contudo, que também estes, se não puderem jejuar e abster-se de carne, tenham presente o sentido que lhes dá a Igreja.

 

11. O que a Igreja celebra na Sexta-feira Santa à noite?

Na Sexta-feira à noite as comunidades ou guardam silêncio, ou celebram o sepultamento de Jesus. Como não há nenhuma ação litúrgica prevista para a noite, as comunidades são convidadas à ater-se aos costumes locais, sem contudo quebrar o clima de oração, reflexão e interiorização. Em muitos lugares têm-se o costume de, à noite, encenar, de forma catequética, a prisão, o julgamento, a crucificação, a morte e o sepultamento de Jesus.

 

12. O que a Igreja celebra no Sábado Santo?

O Sábado, terceiro dia do Tríduo Pascal, é um dia de silêncio, sem celebração eucarística e em que muitos mantêm ou até mesmo intensificam o jejum iniciado na Sexta-feira. Nesse dia “repousa-se” com Jesus, que está no sepulcro, depois de ter “vivido” com Ele a sua agonia, crucificação e morte.

 

Deus abençoe a todos.

Abraço De Colores.

 
 

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SEMANA SANTA – PARTE 2/4

Dando continuidade às perguntas e respostas sobre a Semana Santa, obtidas do folder da Editora Pão e Vinho, colocamos neste post as questões de 5 a 8.

5. O que a Igreja celebra nos dias da Semana Santa que antecedem a Quinta-feira?

Na segunda, terça e quarta-feira da Semana Santa as comunidades são convidadas a celebrar, com criatividade, o que o evangelho de Domingo de Ramos antecipou: a entrega de Jesus que, por amor, fez-se um de nós até a morte. Nesses dias, e segundo o costume de cada comunidade, reza-se o terço meditado, celebra-se a via-sacra, organiza-se uma celebração penitencial, apresentam-se encenações que contam a vida de Jesus etc. importante mesmo é que se crie um clima de oração, onde a fraternidade e a solidariedade se manifestam como resposta humana ao amor divino. Onde há a presença do sacerdote, a Missa deve ser o momento mais intenso e profundo de casa um desses dias.

 

6. O que a Igreja celebra na Quinta-feira Santa?

A Quinta-feira da Semana Santa encerra o tempo da Quaresma, excluindo-se a “Missa da Ceia do Senhor”, que abre o Tríduo Pascal (à noite). Na parte da manhã de Quinta-feira é costume, em algumas comunidades e dioceses, celebrar-se o Rito da Penitência. Na maioria das dioceses, porém, celebra-se nesse horário a Missa do Crisma.

 

7. O que é a Missa do Crisma?

A Missa do Crisma é a Missa presidida pelo Bispo diocesano, ou outro bispo, e co-presidida por outros sacerdotes, com a participação de fiéis leigos, em que se faz a bênção dos santos óleos e do sagrado crisma. Os óleos, bentos nesse dia, são administrados nas comunidades por ocasião do batismo, da crisma, da unção dos enfermos e nas ordenações sacerdotais (presbiteriais e episcopais). Também nessa Missa o bispo reúne os seus presbíteros, ocasião em que estes renovam as promessas sacerdotais e, estando juntos, manifestam a unidade entre o sacerdócio do bispo e daqueles que são os seus cooperadores diretos, os padres.

 

8. O que a Igreja celebra na noite da Quinta-feira da Semana Santa?

Na Quinta-feira Santa, à noite, a Igreja celebra a instituição da Eucaristia (cf. Mt 26, 17-29; 1Cor; 1Cor 11, 23-26), com uma Missa festiva, em que se recorda que a entrega de Cristo por nós deve converter-se no serviço que prestamos uns aos outros. Daí o motivo e a razão pela encenamos o ritual do “lava-pés” (cf. Jo 13, 1-20). Na conclusão da celebração, os cibórios contendo as hóstias consagradas são levados para uma capela lateral, ou outro lugar apropriado, onde Jesus Eucarístico é adorado até a maia noite. A igreja vazia, inclusive de enfeite e com as imagens e quadros cobertos, sinaliza a angústia, a solidão e a entrega total de Jesus, que desemboca em sua morte na cruz.

 

Até amanhã.

Abraço De Colores.

 
 

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SEMANA SANTA, PARTE 1/4

Rosto de Jesus Cristo gravado milagrosamente no "Santo Sudário"Chegou em minhas mãos um folder muito bacana contendo perguntas e respostas sobre a Semana Santa, publicado pela Editora Pão e Vinho (www.paoevinho.com.br). Existem outros materiais de divulgação da Fé Católica que podem ser adquiridos por um preço bem baratinho, portanto, fica aqui a dica para quem tiver interesse.

Gostaria de partilhar com os visitantes deste humilde blog, algumas destas questões. Ao todo são 16 (dezesseis) perguntas e respostas e, a partir de hoje (domingo), colocarei quatro delas até completar as dezesseis, terminando na quarta-feira, 04/04.

1. No que consiste a Semana Santa?

A Semana Santa é a semana em que se conclui a Quaresma e se celebra o Tríduo Pascal. Ela começa com o Domingo de Ramos e termina com o Domingo de Páscoa e Ressurreição. (A Quaresma finda na Quinta-feira, e na mesma Quinta-feira, com a celebração da Ceia do Senhor, inicia-se o Tríduo Pascal).

 

2. Por que a Semana Santa é chamada de “Santa”?

Ela é chamada de “santa” porque concentra os últimos acontecimentos da vida de Jesus, como a entrada triunfal em Jerusalém (Domingo de Ramos), a ceia da instituição da Eucaristia e do Sacerdócio, (quinta-feira), a prisão, condenação, morte e sepultamento (sexta-feira), a Vigília (sábado) e a Ressurreição (domingo). É uma Semana Santa porque celebra Jesus que se entrega, livremente, para anunciar até o fim a Boa Nova da Salvação.

 

3. O que a Igreja celebra no Domingo de Ramos?

No Domingo de Ramos a Igreja celebra a entrada triunfal (festiva) de Jesus em Jerusalém. Ele é acolhido e proclamado Messias, o Ungido de Deus. Para saudá-lo, o povo jogava seus mantos, para que Ele passasse por cima, ao mesmo tempo em que acenava com ramos, retirados de árvores. Daí o costume de levar ramos no “Domingo de Ramos”; com eles saudamos Jesus e os levamos abençoados (bentos) para casa (cf. Mt 21, 1-11)

 

4. Como podem ser usados os ramos bentos no Domingo de Ramos?

Os ramos bentos no Domingo de Ramos devem ser guardados com cuidado e tratados com zelo. Não há nada de “mágico” neles, porém, como foram abençoados, devem ser usados em espírito de fé. São muitos os que queimam, devotamente, enquanto rezam, em momentos difíceis da vida. Outros os guardam até a Semana Santa do ano seguinte, como um lembrete de que a melhor forma de saudar a Jesus é colocar em prática tudo o que Ele ensinou. Outros, ainda, os usam como remédio caseiro (chá). O importante é que os ramos bentos sejam a expressão do nosso amor e do nosso seguimento a Jesus.

 

Amanhã, segunda-feira, postarei as respostas para as seguintes perguntas:

O que a Igreja celebra nos dias da Semana Santa que antecedem a Quinta-feira?

O que a Igreja celebra no sábado à noite?

O que a Igreja celebra no Domingo da Páscoa da Ressurreição?

O que significa a “oitava” da Páscoa?

 

Deus abençoe a todos.

Abraços De Colores.

 
 

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Troquei os deuses dos livros pelo Deus vivo

Troquei os deuses dos livros pelo Deus vivo

Entrevista com Paulo V. Jacobina, autor do livro “Cartas a Probo”

Por Thácio Siqueira

 

BRASILIA, sábado, 24 de Março de 2012 (ZENIT.org) – Eis aqui um livro que pode ajudar no processo de conversão daquelas pessoas que, como o autor, buscaram e buscam a verdade com um coração sincero e constante: “Carta a Probo, uma conversa cristã sobre o espiritismo”, editora ComDeus.

O Autor é meu brilhante aluno de Antropologia Filosófica da FATEC, Faculdade Teológica da Arquidiocese de Brasília: Paulo Vasconcelos Jacobina.

Paulo é Procurador Regional da República, Membro do Ministério Público há quase 20 anos, bacharel em Direito e mestre em Direito Econômico. Tem muitas publicações na área do Direito e durante anos lecionou também nessa área.

Nessa semana nos concedeu uma entrevista para apresentar aos leitores do Zenit as “Cartas a Probo, uma publicação que apresenta um debate real entre uma pessoa que busca a verdade, o autor, e um religioso que se cruzou na sua frente e que marcou profundamente a sua vida.

***

No meio de uma confusão de idéias, de espiritualidade, numa busca pela verdade, você se encontrou com os livros deAllan Kardec que lhe intringaram profundamente, como você mesmo diz no prefácio do seu livro. O que mais lhe chamava a atenção no espiritismo?

Paulo V. Jacobina: Chamava-me a atenção a maneira aparentemente racional, aparentemente positiva e científica, com que respondia às minhas indagações espirituais, e que, fui percebendo, na verdade era apenas superficial e nunca satisfez em mim a sede pelo Deus verdadeiro, aquilo que Santo Agostinho explica com as palavras “nosso coração foi feito para Ti, ó Senhor, e não repousa senão em ti.” Na verdade, eu estava na busca pela verdade, e o espiritismo kardecista atravessou o meu caminho, mas não era a minha meta final.

Você diz que Kardec, Freud, Marx e Darwin eram quatro fantasminhas que davam voltas na sua cabeça e que você não conseguia afastá-los. Por que?

Paulo V. Jacobina: Os quatro criaram religiões sem Deus, pelo menos sem o Deus pessoal cristão. Kardec com seu sistema de salvação contábil, independente da graça, e seu deus distante, burocrático e frio; Freud com seu deus-pulsão sexual, Marx com seu deus-economia e Darwin com seu deus-evolução pareciam satisfazer as minhas necessidades intelectuais, e a ideia de um Deus pessoal não me parecia racional o suficiente. Depois, descobri que, reduzindo Deus a forças impessoais, eu estava apenas criando ídolos: eram deuses que eu podia compreender e controlar, mas não podia amar. Era muito pouco…

Na sua conversão houve a figura de um religioso,com o qual você tem trocado inúmeras cartas, e que acabou resultando na publicação das “Cartas a Probo”. O que foi que lhe chamou a atenção nesse primeiro encontro?

Paulo V. Jacobina: A figura desse religioso na verdade resume, para fins literários, os diversos irmãos que tiveram paciência de ouvir as minhas dúvidas e debater comigo com abertura, inteligência e honestidade. Alguns deles eram, de fato, religiosos; outros, sacerdotes e alguns leigos. Desde o primeiro momento, encantaram-me por seu cristianismo sólido e inteligente; alguns com menos estudos e leitura que eu próprio, mas todos falando de Deus com uma intimidade e uma segurança que só a vivência com uma Pessoa muito real traz, e que nenhum livro me dava. Com eles troquei os deuses dos livros pelo Deus vivo.

Tem alguma carta que lhe marcou mais, que foi o toque definitivo da Graça? Qual a idéia, ou as idéias, que mais lhe impediam encontrar a verdade?

Paulo V. Jacobina: A ideia que mais dificultava a minha conversão era a de que a ideia espírita de que a minha salvação dependia apenas de mim mesmo, do meu esforço e da contabilidade que eu iria fazendo enquanto “reencarnava”. Jesus era um estranho para mim; as ideias de carma e reencarnação são frontalmente contrárias às de redenção e misericórdia. Por elas, a salvação deixa de ser um dom maravilhoso que nos vem por Cristo, e passa a ser um negócio contábil de si para si mesmo. Isso fecha os corações a Deus de um modo muito forte; credito a minha conversão às catequeses que tive – que estão neste livro – e ao muito que estas pessoas todas rezaram por mim, em primeiro lugar.

Você considera o seu livro um diálogo entre a fé e a razão ?

Paulo V. Jacobina: Sim, sem dúvida. Como eu digo na primeira carta, Deus é amor, mas também é inteligência plena. E a fé respeita nossa razão, porque Deus não desrespeitaria aquilo que ele próprio criou.
Por que “Cartas a Probo”? Qual o significado do nome Probo?

Paulo V. Jacobina: Probo significa honesto, leal, no sentido de que estas cartas representam uma busca honesta e leal da verdade: são dirigidas aos que estão buscando a verdade lealmente, mesmo que em caminhos diversos dos nossos. São um verdadeiro voto de confiança no leitor: sejamos honestos, leais no caminho da busca, e certamente Deus não deixará de nos iluminar com a Sua verdade!

No fundo o que foi que te inspirou a escrever o livro “Cartas a Probo”?

Paulo V. Jacobina: Foi a esperança de que estas cartas possam ajudar outras pessoas a encontrar a verdade cristã, como um dia o debate que as gerou ajudou-me. Vejo que estas questões (a reencarnação e o “carma”, por exemplo) causam dúvidas e desvios mesmo em católicos aparentemente bem catequizados, e a sofisticação da mensagem espírita pode ser bem sedutora. Para mim a conversão do espiritismo para o cristianismo não foi fácil. Espero que o livro possa facilitar o caminho de outros!

Para maiores informações e para adquirir o livro:
http://www.comdeus.org.breditora@comdeus.org.br

Para contato com o autor:
http://cartasaprobo.blogspot.com.br/

 

Fonte: Espacojames – Leia mais: http://www.espacojames.com.br/?cat=1&id=9568#ixzz1qJbjzeAr

 
 

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Campanha da Fraternidade 2012

Foi aberta, na tarde desta Quarta-Feira de Cinzas, a 49ª Campanha da Fraternidade (CF), cujo tema é “Fraternidade e Saúde Pública”, com o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”. A Campanha da Fraternidade é um tempo especial para a conversão do coração, através da prática da oração, do jejum e da caridade. Com a Campanha da Fraternidade de 2012, a Igreja deseja sensibilizar a todos sobre uma das feridas sociais mais agudas de nosso país: a dura realidade dos filhos e filhas de Deus que enfrentam as longas filas para o atendimento à saúde, a demorada espera para a realização de exames, a falta de vagas nos hospitais públicos e a falta de medicamentos. Sem deixar de mencionar a situação em que se encontra a saúde indígena, dos quilombolas e da população que vive nas regiões mais afastadas do país.

 

Mensagem do Papa

“De bom grado me associo à CNBB que lança uma nova Campanha da Fraternidade, sob o lema “que a saúde se difunda sobre a terra” (cf Eclo 38,8), com o objetivo de suscitar, a partir de uma reflexão sobre a realidade da saúde no Brasil, um maior espírito fraterno e comunitário na atenção dos enfermos e levar a sociedade a garanti a mais pessoas o direito de ter acesso aos meios necessários para uma vida saudável”.

Estas foram algumas palavras do papa Bento XVI na carta enviada à CNBB por ocasião do lançamento da CF. A carta foi lida na íntegra pelo secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias, no ato de lançamento Campanha.

O papa desejou que esta Campanha inspire no “coração dos fiéis e das pessoas de boa vontade, uma solidariedade cada vez mais profunda para com os enfermos, tantas vezes sofrendo mais pela solidão e abandono, do que pela doença”.

 

Fonte: http://www.cnbb.org.br

 

Segue abaixo um vídeo que apresenta o hino da Campanha da Fraternidade de 2012, elaborado por João Paulo Santos da Paróquia São João Batista da cidade de São Carlos-SP.

 
 

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Mensagem de Natal

“O povo que andava nas trevas viu uma grande Luz”. É dessa forma que o Profeta Isaías se refere ao nascimento de Jesus. A grande luz que tira a humanidade das trevas é Jesus Cristo, para quem tudo foi feito. Todo o universo se curva em adoração àquela pequena criança, nascida em Belém, de forma tão singela, mas que tem o poder de dar sentido à vida de cada um de nós.

O homem foi feito para Deus e encontra o seu fim e sentido Nele.

O nascimento de Jesus é motivo de imensa alegria, pois Ele dá razão a tudo, dá sentido à nossa existência, Ele vem para salvar e resgatar a humanidade. Para Ele fomos criados, por Ele somos salvos.

A Coordenação do MCC de Penápolis deseja a todos um Feliz e Santo Natal.
Abraço De Colores
 
 

Visões do inferno

Encontramos no site Espaço James (http://www.espacojames.com.br/?cat=124&id=8627) um vídeo que apresenta imagens impressionantes de pinturas atribuídas a uma artista coreana que disse ter sido leva por Jesus Cristo ao inferno e, após, retratou em quadros as imagens que viu lá. Verdade ou não, as imagens realmente impressionam e nos levam a refletir sobre o assunto.

Abraço De Colores.

 
 

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